terça-feira, 5 de outubro de 2010

Educação e Tecnologia.

A professora Celly, vem desempenhado um ótimo trabalho na regência da disciplina que leva o nome desta matéria: educação e tecnologia.
Aulas em campo, em laboratórios e a boa, velha e tradicional aula na sala vem nos abrindo os horizontes a cerca deste tão feroz e veloz mundo tecnológico que se desenvolve nos dias atuais.
A tecnologia da informação está cada dia mais ágil e como bons profissionais temos que acompanhar este desenvolvimento, logo, nada mais justo do que praticarmos e aprendermos sempre mais.
Com o passar dos anos a tendência desse sistema globalizado em que vivemos é de se virtualizar ainda mais e não podemos ficar de fora nem deixar os nossos atuais e futuros alunos aquém destas tecnologias.
Englobemo-nos então!


Kleber A. Silva.

terça-feira, 9 de março de 2010

II SEMANA DA EDUCAÇÃO

No dia 08 de março, estudantes e professores da UPE, campus Nazaré da Mata realizaram a primeira reunião de preparação da II SEMANA DA EDUCAÇÃO. As inscrições serão neste blog. Aguardem!

terça-feira, 2 de março de 2010

Escola primária adota livro com palavrões

Um livro escrito por um adolescente e adotado por uma escola de Campo Grande para crianças de 10 anos vem gerando polêmica entre pais de alunos e educadores e se tornou tema de discursos acalorados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. O motivo são palavrões e expressões tidas pelos críticos como inadequadas presentes em Dia 4, escrito por Vithor Torres, 16, aluno da CNEC (Campanha Nacional das Escolas da Comunidade) Oliva Enciso, unidade onde surgiu a polêmica.
Escrita em primeira pessoa, a obra relata impressões do autor ao longo de uma viagem de ônibus entre Campo Grande e São Paulo. Os trechos polêmicos, em geral, são comentários sobre a roupa ou o comportamento de outros passageiros. “Até o mais idiota dos seres consegue reconhecer uma prostituta. No caso eram duas. Como sabia que elas eram putas? Muito simples. Uma profissional do sexo se veste apenas de duas formas: extravagantemente ou quase sem roupa”, diz um trecho do livro.
A publicitária Ângela Gouveia disse que se surpreendeu ao folhear o livro que a sobrinha de 10 anos iria usar na escola. “Não é falso moralismo nem hipocrisia ou puritanismo. Só não vejo onde isso pode agregar valores às crianças.”
O deputado Marquinhos Trad (PMDB) discutiu o tema no plenário da Assembleia Legislativa e defendeu que o caso seja denunciado à Comissão de Educação da Congresso Nacional. “Se não fizermos nada, o próximo livro será o da Bruna Surfistinha.”
A escola emitiu nota na qual disse que o livro não será objeto de leitura irresponsável. “A linguagem do texto flui naturalmente, e em alguns momentos o narrador extravasa toda a sua frustração ante os problemas pelos quais está passando”, diz a nota. “Daí registra-se (sic) alguns xingamentos ou palavras vulgares colocados no texto.”
O autor disse que não tinha noção do impacto que seu livro teria. “Muita gente criticou sem ler. Preferiram destacar frases soltas e fora do contexto”.


Fonte: Jornal do Commércio.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Crianças de seis anos devem ser reprovadas?

Crianças de seis anos devem ser reprovadas?

Crianças de seis anos têm sido reprovadas no País, depois que essa faixa etária passou a integrar o ensino fundamental. Em 2008, 79,3 mil alunos do novo primeiro ano da educação fundamental não passaram de ano, conforme dados inéditos do MEC. O número representa 3,5% das matrículas dessa série.
Até 2005, o antigo primário começava aos sete anos. Uma lei daquele ano antecipou o início para os seis anos, para garantir mais anos de estudo para alunos pobres, que não tinham acesso à pré-escola. A transição terminou agora em 2010.
O Ministério da Educação quer vetar a reprovação de crianças de seis anos, pois entende que o novo primeiro ano é apenas um início de alfabetização. O temor, diz o MEC, é prejudicar uma criança tão jovem por toda a vida escolar (pesquisas mostram que reprovação pode acarretar notas baixas e abandono).

Mais informações na Folha Online.